O assunto mais premente da atualidade, discutido à volta da mesa por
cinco das mentes mais brilhantes do nosso país. A prova viva da
pertinência e acutilância do pensamento contemporâneo, para dar resposta
aos exageros, às histerias, a esse politicamente correto que parece
estar na ordem do dia e tanto nos tem roubado o nosso tão precioso
tempo. É uma maçada. Mas não aqui. Finalmente, uma conversa entre pares,
entre pensadores, esses grandes herdeiros do pensamento ocidental, com
outra atitude. Sem arrogâncias, sem violências, para que se perceba bem
como a banda toca, como tem tocado até agora. Pois, porque o problema
não está no conteúdo do que para aí se vai reivindicando. Está na
maneira, percebem? É a maneira.
O Eterno Debate, peça de teatro de Teresa Coutinho, em estreia na RTP2
Peça de teatro de Teresa Coutinho, com Maria Duarte, Rafael Gomes, Rita
Cabaço, Rita Cruz e Tânia Alves.
Ficha Técnica
Título Original
O Eterno Debate
Intérpretes
Maria Duarte, Rafael Gomes, Rita Cabaço, Rita Cruz, Tânia Alves
Realização
Adriano Baía Nazareth (RTP)
Produção
Céu Pinto (RTP)
Autoria
Autoria e Direção Artística: Teresa Coutinho
Ano
2018
Apresentado a 6 de Outubro de 2017 na Guilherme Cossoul, Festival organizado por Faísca Teatro
Um autor criou uma personagem – o psicopata. Devido ao tédio que o seu quotidiano lhe instala, o autor, considerando que a personagem tem uma vida mais intensa e interessante do que a dele, assume o comportamento do psicopata.
Um ator fora contratado para interpretar ambas as personagens. Pelo facto de a vida do psicopata ter uma dimensão mais intensa, do que a sua, e apaixonado pelo processo de identificação do autor com a personagem, o ator assume, também, por sua vez, as práticas do psicopata. O público encontra-o já no limite. Limite, não no sentido nervoso do termo, mas do sublime.
A vida do ator já não é a que fora. E nada mais na vida lhe interessa depois de ter assumido as práticas do psicopata.
Com a calma de quem encontra alívio na morte, Rotca (o ator) encontrou por fim uma pessoa que o compreende e o vai ajudar.
Memorias de um Psicopata foi um processo de escrita amadurecido pela leitura de vários textos cientificos e artísticos sobre processos de identificação artística entre o criador e o objeto criado.
Com um formato pouco comum, este espetáculo foi pensado em duas vertentes: o regresso do ator ao prazer puro e simples do fingimento, do jogo de pretender (sem relacionamentos religiosos, políticos, sociais, rituais ou outros) e a tentativa de levar o público a ter as emoções que procura no cinema de horror e suspense.
“O corpo humano aberto reflecte o que de sujo e imundo vai nas ruas do Homem.”
A ideia de criar este espetáculo surge após a criação da Mosaico – Associação Cultural do Cartaxo. Com o intuito de dinamizar a atividade cultural do Cartaxo, e oferecer uma proposta artística diferente, arrojada e vanguardista ao público. Nuno Crespo e João Rolaça, membros associados da Mosaico, propuseram-se a criar um espetáculo de teatro que visa a junção da performance às artes plásticas, passando pelo video e o som. Um espetáculo que pretende estimular o desassossego e a inquitação no público através da luz, do som, dos cheiros e da plasticidade do corpo, da voz e dos objetos.
Informações de http://www.gazetadosartistas.pt/?p=27328
Bruno Schiappa, o autor
É Doutorado com Distinção por unanimidade pela Universidade de Lisboa. Professor Titular na ESTAL- Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa e Professor de Expressão Dramatica no CCC. Sendo Ator/Encenador/Dramaturgo, a sua atividade divide-se entre a criação e a formação artísticas.
Adaptação da peça "Mary Poppins, A Mulher que Salvou o Mundo" de Ricardo
Neves-Neves.
Mary Poppins apresenta-se a uma nova família, candidatando-se ao lugar
de preceptora. Deve sujeitar-se a uma entrevista de emprego,
apresentando o seu vasto curriculum e falando do seu longuíssimo
percurso. A família está ansiosa para a receber e lança-se em pedidos e
desejos que a preceptora deverá satisfazer... https://www.rtp.pt/programa/tv/p33987
Ficha Técnica
Título Original A Peça Que Faltava: A Perceptora
Realização RTP
Produção RTP
Ano 2016