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Terra dos Sonhos - novos rurais, 2013 | 420doc#19

Terra dos Sonhos, de Nuno Leocádio
A cidade, considerada outrora um mundo de oportunidades e de qualidade de vida é hoje uma desilusão para os que nela não encontram resposta para os seus anseios. Inverter esta situação, é o desejo de muitos, que procuram no interior do país a “Terra dos sonhos”.
Sãos os novos rurais, que ao regressarem á terra dos seus antepassados recuperam e renovam estas localidades de enorme potencial endógeno e capacidade de desenvolvimento, no entanto abandonadas de Portugal.

O documentário Terra dos Sonhos, realizado por Nuno Leocádio, é o resultado do projecto final do curso de Animação Sociocultural do Instituto Politécnico da Guarda, que juntamente com Rafael Rolo criaram a sua primeira realização.
Os animadores socioculturais devem assumir responsabilidades como agentes nas alterações sociais, devem estar aptos a promover uma sociedade formada e informada. Desta forma surge o documentário como meio de difusão de determinados problemas e potencialidades do interior rural.
Perante o abandono e degradação a que várias localidades do interior do país estão condenadas, este é um tema fundamental que nunca é demais divulgar.
O documentário procura valorizar as potencialidades das localidades rurais, apresentando soluções de rentabilidade que contrariem a recente conjuntura.
Ao longo do documentário são exibidos casos de sucesso de investimento em localidades do interior, pretende-se com isso despertar o interesse do espectador sobre o regresso ao campo.
Alimenta-se a esperança de que é possível alterar o despovoamento do interior, restabelecer o tecido demográfico e tentar inverter a litoralização exacerbada de Portugal.
O filme pretende evidenciar as disparidades entre litoral e interior que, segundo os censos 2011: “Portugal é cada vez mais um país litoralizado”.
Deseja-se caracterizar a realidade vivida em determinadas localidades do interior de Portugal, onde a falta de serviços públicos, a falta de investimento sustentado e sustentável estrangulam o desenvolvimento comunitário.
Pretende-se com o filme demonstrar as potencialidades que tais localidades oferecem para que se possa promover desenvolvimento sociocultural, turístico e económico, bem como comprovar que é possível criar projectos que se traduzam em qualidade de vida em localidades rurais.
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A revolução não será televisionada, 2003 | 420doc#18

A Revolução Não Será Televisionada, também conhecido como Chávez: Bastidores do Golpe (Chavez: Inside The Coup), é um documentário irlandês, filmado e dirigido por dois cineastas irlandeses, Kim Bartley e Donnacha O'Briain, a respeito do golpe de estado que, em 2002, depôs o presidente eleito da Venezuela Hugo Chávez. Após dois dias, durante os quais o empresário Pedro Carmona foi declarado chefe de estado, permanecendo no palácio presidencial pelas 48 horas seguintes. O golpe perdeu força, e Chávez retomou o poder.
Este documentário mostrou como estava a vida dos venezuelanos entre a época que aconteceu o golpe de estado e a recuperação de Hugo Chávez.
O documentário nasceu por obra de uma equipe de TV irlandesa (Rádio Telefís Éirieann) que estava em Caracas, no Palácio de Miraflores, para filmar um documentário sobre Chávez. Ao perceber a agitação política no país, os documentaristas direcionaram seu foco para os acontecimentos que levaram à deposição e ao retorno de Chávez.
Esse documentário ganhou doze importantes prêmios internacionais e foi nomeado para mais quatro.
Políticos oposisionistas ao governo Chávez afirmam que o documentário é parcial e omite fatos que possam ser nocivos à imagem de Chávez e de seu governo; chegaram mesmo a produzir um vídeo, X-Ray of a Lie (Radiografia de uma Mentira), como resposta ao documentário irlandês.
Já seus defensores dizem que a obra seria um retrato fiel dos eventos ocorridos na Venezuela a propósito do golpe. Nick Fraser, editor da Storyville Series na BBC, em seu Commissioner's Comment acerca de "The Revolution Will Not Be Televised" comentou sobre o filme: "O resultado é uma brilhante peça de jornalismo". ..."Veja esse filme e você comprenderá, pela primeira vez na sua vida, o que se entende por "viés da mídia".
A Revolução Não Será Televisionada já foi transmitido no Brasil pela TV Câmara. O documentàrio não foi amplamente distribuído; por de todos modos, a economia informal está distribuindo cópias ilegais em DVD por quase todo o território venezuelano.

Bom Povo Português, 1981 | 420doc#16

Bom Povo Português é um filme português de Rui Simões, um documentário histórico de longa-metragem que descreve a situação social e política de Portugal entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, «tal como ela foi sentida pela equipa que, ao longo deste processo, foi ao mesmo tempo espectador, actor, participante, mas que, sobretudo, se encontrava totalmente comprometida com o processo revolucionário em curso (PREC)».
Estreou em Lisboa nos cinemas Estúdio e Quarteto a 18 de Novembro de 1981.
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Portugal entre dois momentos históricos cruciais. O PREC: entre o dia 25 de Abril de 1974 e o dia 25 de Novembro de 1975.
A Revolução dos Cravos e o Primeiro Governo Provisório. As manifestações do PS e do PCP. António de Spínola e o «bom povo». O direito à greve. Camponeses e operários, os campos e as fábricas. Vasco Gonçalves, as coligações políticas e o MFA. Mário Soares perante a contaminação fascista da administração pública. Álvaro Cunhal e o Portugal democrático e independente. Os actos de repressão pela GNR, as manifestações pela descolonização. A radicalização da vida política: o 28 de Setembro, o 11 de Março, o caso Torrebela. As ocupações de prédios abandonados, a Reforma Agrária, o Norte e o Centro, Os Três Efes: Fátima, Futebol e Fado. Os retornados. Os avanços da social-democracia. Os casos do jornal República e da Rádio Renascença Os recuos do PS na revolução democrática. Os ataques a sedes dos partidos de esquerda. A Santa da Ladeira, a prisão de Otelo Saraiva de Carvalho e a entrada em cena de Ramalho Eanes.
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As Armas e o Povo, 1975 | 420doc#15


as armas e o povo
Filme sobre a semana pós-revolução dos Cravos

Este filme retrata o período entre os dias 25 de Abril de 1974 e o Primeiro de Maio. Mostra o movimento militar e a agitação popular nas ruas, tendentes ao desmantelamento do «aparelho social e político do fascismo».
A história faz-nos recuar ao golpe do 28 de Maio de 1926, dando-nos a ver os movimentos que, desde então, contribuíram para que se tornasse possível a Revolução dos Cravos

As Armas e o Povo é um documentário português de longa-metragem, um filme colectivo realizado e produzido pelo Colectivo de Trabalhadores da Actividade Cinematográfica, que levaria à renovação do respectivo sindicato. São ilustrados os primeiros seis dias da Revolução dos Cravos.

O filme estreia no Teatro Rosa Damasceno, em Santarém, em Novembro de 1977.

Realização e produção: Colectivo de Trabalhadores da Actividade Cinematográfica
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À Procura do Socialismo, 1994 | 420doc#13

à procura do socialismo
À Procura do Socialismo.
De Antero de Quental, passando pelo PREC, até ao que se lhe seguiu, este é um documento fundamental para compreender a história política do país.

Documentário de Alípio de Freitas e Mário Lindolfo sobre o socialismo em Portugal, cuja produção começou em 1975, pela RTP, mas foi interrompida.
Em 1994 a pedido da UDP, a produção foi terminada.

Excertos são bem conhecidos, como Vital Moreira, durante o PREC, a defender que havia muito para nacionalizar.
http://www.rtp.pt

http://www.esquerda.net

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A Lei da Terra, 1977 | 420doc#9

A Lei da Terra
A Lei da Terra
A Lei da Terra (1977) é um documentário português de longa-metragem, um filme colectivo da cooperativa Grupo Zero. É um filme militante que aborda o processo da Reforma Agrária no Alentejo, durante o PREC.

O processo da reforma agrária no Alentejo é visto através de uma análise das estrutura sociais e da luta de classes, culminando com a ocupação de terras pelos camponeses e pela tentativa de criação de novas relações laborais e de propriedade. Face à sabotagem económica dos patrões e antigos proprietários, os trabalhadores organizam-se em sindicatos, reclamam emprego e salários justos. Procuram estabelecer uma lei revolucionária: «A terra a quem a trabalha!». Organizam-se em cooperativas e unidades colectivas de produção. Reagem os agrários expropriados, apoiando-se nos intermediários, nos agricultores do Norte e nos seareiros do Sul.

Realização e produção: Grupo Zero
Realizadores: Alberto Seixas Santos e Solveig Nordlund
Colaboradores: Joaquim Furtado, Serras Gago, Lia Gama, Teresa Caldas Imagem: Acácio de Almeida, José Luís Carvalhosa, Leonel Efe
Som: Paola Porru
Rodagem: Primavera / Verão de 1976
Distribuição: Grupo Zero
-Festival Internacional de Cinema de Leipzig (1977) – Menção honrosa (Películas do Mundo pela paz do Mundo)

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Terra de Todos - Marinaleda Socialista, 2012 | 420doc#1



Marinaleda, Uma Utopia para a Paz. (logótipo)
Marinaleda Uma Utopia para a Paz
Este é o primeiro vídeo de uma série de Documentários e Reportagens que 420doc irá apresentar.
Marinaleda, uma cidade a 100km de Sevilha, vive muito próxima do Socialismo. Neste município com 2800 habitantes, há uma situação de Pleno Emprego (ainda que comunitário). Por uma casa as pessoas pagam 15eur/mês e para ter os seus filhos na Creche, 12eur/mês.
Estas condições não advêm naturalmente mas sim da luta diária que há anos ali se trava contra os grandes latifundiários e interesses económicos.

Reportagem para a SIC de Pedro Miguel Costa com Imagem de Filipe Ferreira. (English Sub)
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